A experiência do pecuarista Gilson de Barros, quarta geração de pantaneiros, ajuda a mostrar como produção e conservação convivem no cotidiano do bioma. A Lei do Pantanal estabeleceu limites ambientais e preservou atividades compatíveis com a planície. Na gestão Eduardo Riedel, a política foi ampliada pelo Fundo Clima e pelo
Pacto Pantanal, que prevê R$ 1,429 bilhão até 2030 para conservação, prevenção a incêndios, infraestrutura e melhoria das condições de vida. “Se vier seca, a gente trabalha. Se vier cheia, a gente trabalha.” A frase do agrônomo e pecuarista Gilson de Barros resume uma relação com o Pantanal construída ao
longo de gerações. Nascido em Corumbá e integrante da quarta geração de uma família de pantaneiros, ele administra desde 2001 a própria propriedade e aprendeu que, naquele território, produzir significa antes de tudo compreender os movimentos da natureza. Não há como impedir a cheia ou eliminar a seca. É preciso…
Fonte: Eduardo Riedel – Notícias
