A experiência de Yeltsin Jacques, que precisou deixar Mato Grosso do Sul no início da carreira por falta de apoio, ajuda a mostrar a expansão da política esportiva estadual. Sob a gestão de Eduardo Riedel, o Bolsa Atleta ampliou investimentos, os Jogos Escolares chegaram a 9,9 mil participantes e ações
de formação e paradesporto ganharam espaço. Para atletas como Yeltsin e Fernando Rufino, o incentivo representa condições para treinar, competir e permanecer perto da família. Quando começou a se destacar no esporte, em 2012, Yeltsin Jacques percebeu que seu sonho tinha um preço que ia além dos treinos e das
competições: para continuar avançando, precisaria deixar Mato Grosso do Sul. Cego e hoje um dos principais nomes do atletismo paralímpico brasileiro, ele recorda um tempo em que permanecer perto da família e, ao mesmo tempo, construir uma carreira de alto rendimento pareciam caminhos incompatíveis. “Na minha época, em 2012, quando…
Fonte: Eduardo Riedel – Notícias
