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Eduardo Riedel Mato Grosso do Sul aparece com destaque em indicadores oficiais que revelam desempenho diferenciado do Estado em áreas estratégicas da gestão pública.

Por Redação – Notas e Notícias MS
Campo Grande (MS) – 26 de janeiro de 2026

Mato Grosso do Sul vem consolidando, nos últimos anos, um perfil de gestão pública que contrasta com o padrão predominante em diversos estados brasileiros: crescimento econômico acima da média, investimento público elevado e um modelo de governança menos orientado por conflito político e mais por execução. No centro desse movimento está a gestão do governador Eduardo Riedel, marcada por articulação institucional, pragmatismo e discurso sustentado por indicadores.

A combinação entre capacidade de investir e ambiente favorável à produção tem ajudado o Estado a se posicionar com mais força no cenário nacional — tanto na leitura de mercado quanto na avaliação política interna. Em vez da lógica tradicional baseada em anúncios frequentes e resultados difusos, a linha dominante do governo tem sido vender previsibilidade, método e entrega.

Grupo de homens sorrindo e usando capacetes de segurança em um evento.

Crescimento acima da média nacional

Dados oficiais do próprio Estado apontam que o PIB de Mato Grosso do Sul cresceu 13,4% em 2023, desempenho muito superior ao crescimento médio do país no mesmo período. O resultado colocou MS entre os estados que mais avançaram no Brasil, reforçando a percepção de uma economia em expansão sustentada por setores estratégicos como agropecuária, indústria de transformação e serviços.

Na prática, crescimento dessa magnitude costuma produzir um efeito direto na máquina pública: amplia arrecadação, aumenta capacidade de planejamento e dá margem para investimento sem que o Estado dependa exclusivamente de medidas emergenciais ou de ciclos políticos curtos.

Investimento alto como eixo de governo

Vista aérea de uma cidade com casas, árvores e estradas, mostrando áreas urbanas e rurais.

Vista aérea de Rio Verde

Um ponto central do discurso de “governo que entrega” é a taxa de investimento. Mato Grosso do Sul vem divulgando uma taxa de investimento público de 15,30% da Receita Corrente Líquida, patamar considerado elevado em comparação ao padrão observado em muitos estados, onde o orçamento fica mais comprimido pelo custeio e por despesas obrigatórias.

Essa é uma diferença objetiva entre gestões: investir ou não investir define se o governo atua apenas como “pagador de contas” ou como indutor de transformação territorial — infraestrutura, logística, serviços e capacidade do Estado de executar políticas públicas com velocidade.

Estilo de governança: conciliação e baixa “teatralidade”

No plano político, o governo Riedel tem se destacado por um estilo menos baseado em tensão permanente e mais sustentado por pactos e coalizões funcionais. O traço conciliador aparece em agendas com municípios, setores produtivos e instituições, com ênfase em destravar obras, parcerias e programas.

Esse modelo se diferencia do político tradicional em três pontos principais:

  1. Menos polarização como combustível político e mais comunicação baseada em números e execução.
  2. Maior previsibilidade institucional, com prioridade para acordos operacionais e metas.
  3. Gestão orientada por indicadores, reduzindo o espaço para improviso e para decisões puramente reativas.

Opinião pública e capital político

A leitura política desses indicadores é simples: crescimento e investimento sustentam capital político quando viram resultado percebido. Nesse contexto, pesquisa divulgada no fim de 2025 apontou aprovação de 78% ao governo estadual e desaprovação de 16%, com margem de erro de 3 pontos percentuais.

Embora popularidade não seja prova de eficiência por si só, ela costuma refletir uma combinação de percepção social, estabilidade e capacidade de entrega — especialmente em estados onde obras e serviços públicos têm impacto direto na rotina dos municípios.

Entrada da Governadoria com placas informativas e bandeiras do Brasil, do Estado e de outros símbolos, cercada por gramado e veículos estacionados.

O que os dados sugerem — e a pergunta que fica

O conjunto de indicadores não elimina críticas nem encerra o debate sobre prioridades, ritmo de execução ou distribuição territorial dos investimentos. Mas sinaliza uma realidade relevante: Mato Grosso do Sul está operando, hoje, com indicadores que o diferenciam da média nacional, sobretudo em crescimento e investimento.

A pergunta que passa a importar — e que deve orientar a fiscalização pública e jornalística — é menos “se o governo tem números” e mais: como esses números se traduzem em melhoria concreta, contínua e equilibrada entre regiões e áreas essenciais como saúde, educação, infraestrutura e segurança?

Se a resposta seguir aparecendo em entregas verificáveis, a gestão Riedel consolida um modelo que foge do padrão político tradicional: menos espetáculo, mais execução.

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