Em postagem de 12 de novembro, o ex-governador de Mato Grosso do Sul une orgulho regional ao projeto que levou energia solar a milhares de famílias pantaneiras.
No Dia do Pantanal, celebrado em 12 de novembro, o ex-governador Reinaldo Azambuja publicou em suas redes sociais uma homenagem ao bioma que considera uma das maiores riquezas do mundo. Em tom pessoal e emocionado, ele reafirmou o compromisso com o equilíbrio entre produção e preservação, destacando que o Pantanal é o bioma mais preservado do Brasil, com 93,7% das espécies fora de risco de extinção, segundo dados do ICMBio — índice superior ao da Amazônia.
“Sou um homem do campo. Cresci aprendendo a respeitar e viver em harmonia com a natureza. Meu pai sempre dizia: é possível produzir sem destruir. E o Mato Grosso do Sul é um grande exemplo disso. O Pantanal é uma das maiores riquezas do mundo — um lugar onde a vida se renova em cada campo, onde o céu, a água e o verde vivem em perfeita harmonia. Gosto de estar lá, sentindo a paz das águas e a força da natureza. Neste Dia do Pantanal, renovamos o compromisso de cuidar dessa joia, porque preservar o Pantanal é garantir o futuro dos nossos filhos, dos nossos netos e de toda a humanidade”, escreveu Azambuja.
No texto, o ex-governador destacou também que “aqui se produz, sim, mas com respeito à natureza” — referência ao modelo de desenvolvimento sustentável que marcou sua gestão. Entre as ações lembradas, ele citou o Programa Ilumina Pantanal, responsável por levar energia limpa, por meio de placas solares, a 2.800 famílias pantaneiras.
A iniciativa, criada em parceria com o Ministério de Minas e Energia e a Energisa, foi reconhecida internacionalmente. Em 2021, o Ilumina Pantanal venceu o prêmio “International Solar and/or Storage Project of the Year”, concedido no Reino Unido, como o melhor projeto de energia solar do mundo.

O programa beneficiou comunidades isoladas em municípios como Corumbá, Ladário, Aquidauana, Porto Murtinho, Coxim, Miranda e Rio Verde, levando sustentabilidade, dignidade e avanços inéditos para o povo pantaneiro.
“Levar energia solar à região era uma dádiva sonhada”, afirmou Azambuja na época, destacando que o projeto mostrou ao mundo ser possível unir desenvolvimento e sustentabilidade.
Ao encerrar a publicação, o ex-governador reforçou o valor simbólico do 12 de novembro:
“No Dia do Pantanal, celebramos esse equilíbrio: o trabalho do homem pantaneiro, a força da ciência e o compromisso de políticas públicas que protegem o que temos de mais valioso — a vida em todas as suas formas.”

